A VERDADE:

Do julgamento em tribunal de duas versões opostas de um qualquer facto resultam no mínimo quatro verdades diferentes: as duas correspondentes a cada uma das partes em conflito, a que resulta da sentença doutamente proferida, e ainda aquela que se torna inatingível, aquela à qual nunca se chegará... a que fica 'ad aeternum' no segredo dos deuses.
2020 Monteiro deQueiroz


Mil anos de história

«SE EM MIL ANOS DE HISTÓRIA DAS TERRAS DE PENAGUIÃO TIVESSE QUE DESTACAR TREZE (CATORZE) PERSONALIDADES, ESCOLHERIA: 

 1. D. Sancho I (1154-1211), 2º Rei de Portugal: Foral a Fontes, em 1202. 

 2. D. Dinis (1261-1325), 6º Rei de Portugal: Carta de Doação do “Herdamento de Santa Marta, no Julgado de Penaguião”, em 1282. 

 3. D. Manuel I (1458-1521), 14º Rei de Portugal: Foral do Concelho de Penaguião e dos Concelhos de Fontes e Godim, seus anexos, em 1519. 

 4. Guilherme Bro (? – 1555), Cura de S. Miguel de Lobrigos, em 1550-51, condenado pela Inquisição, foi queimado em Auto de Fé, em 1555. 

 5. D. João Rodrigues de Sá e Meneses (1619-1658), 3º Conde de Penaguião: participante ativo na restauração de 1640. 

 6. D. Rodrigo Anes de Sá Almeida e Meneses (1676-1733), 7º Conde de Penaguião, 3º Marquês de Fontes e 1º Marquês de Abrantes: Governador de Armas da Cidade do Porto, Embaixador em Madrid e na Santa Sé. 

 7. D. Ana Maria Catarina Henriqueta de Lorena (1691-1761), Duquesa de Abrantes e 9ª Condessa de Penaguião: Camareira-môr d a Rainha D. Maria Vitória, mulher de D. José I. 

 8. Diogo Barbosa Machado, Abade de Sever (1682-1772), Historiador e Bibliógrafo, Sócio Fundador da Real Academia de História e autor da célebre ”Biblioteca Lusitana”. 

 9. Frei João de Mansilha (1711- 1780), Inspirador da criação da Região Demarcada do Douro e da criação da Real Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro, Provincial e Visitador/Reformador da Ordem Dominicana, Inquisidor do Tribunal do Santo Ofício de Lisboa e Deputado do seu Conselho Geral, Conselheiro do Rei, Frei João foi sobretudo, entre 1756 e 1777, o Procurador da Companhia, junto da Corte e do Governo de Pombal. 

 10. António Teixeira Rebello (1750- 1825), Marechal e Secretário de Estado dos Negócios da Guerra, Fundador do Colégio Militar. 

 11. Inocêncio António de Miranda, Abade de Medrões (1761-1836), Bacharel em Teologia por Salamanca, Deputado nas Coortes Constituintes de 1821-22, autor de “O Cidadão Lusitano”, maçon e liberal radical. 

 12. José António Carlos de Azevedo, Bacharel em Direito e Presidente de Câmara, pelo menos no período de 1844-1848. Um Presidente muito interventivo e atento aos problemas da viticultura. 

 13. Dois Irmãos Livreiros e editores: José Pinto de Sousa Lello (1861-1925), e António Pinto de Sousa Lello (1869-1953): fundadores da Livraria Lello em 1906.»

 In Artur Vaz, Facebook, 12março2018

segunda-feira, 12 de março de 2018 | ,

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